OOh. Devo confessar. A culpa não é do Ford. A culpa é minha mesmo. Eu e a carência que faz eu me aconchegar nos meus casacos quentes de inverno, nas minhas botas pomposas de salto alto, nas maquiagens que cobrem o meu rosto. Perdão mundo, assumo. A culpa é minha.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Consumista,
Devo. Devo para o mundo todo, comprei um milhão de coisas e mais milhoes de coisas. Fiz dois cartoes de crédito. Burra, burra! Gastei o que tinha e o que não tinha. Nem sobrou-me dinheiro para comprar balas. A culpa não é minha. A culpa é das estrelas! Não. Minto, a culpa é dessa industria capitalista que me induziu friamente à comprar botas e mais botas, calças e mais calças! Quem eu processo? Processo Ford, por ter auxiliado no crescimento do capitalismo? Maldito Fordismo! Maldito! Malditas lojas repletas de roupas que fazem as mulheres se sentirem belas mulheres e não apenas belas mulheres, mulheres poderosas, capazes de passar um simples cartão em uma máquina e sair por aí exibindo sua beleza recém comprada. Ai que ódio de mim que fui fisgada pelos comerciantes!!! __Entre moça, te faço um desconto! __Aproveite pra levar hoje moça! Malditos infelizes! Que se atolem em tantas dividas quanto eu.
OOh. Devo confessar. A culpa não é do Ford. A culpa é minha mesmo. Eu e a carência que faz eu me aconchegar nos meus casacos quentes de inverno, nas minhas botas pomposas de salto alto, nas maquiagens que cobrem o meu rosto. Perdão mundo, assumo. A culpa é minha.
OOh. Devo confessar. A culpa não é do Ford. A culpa é minha mesmo. Eu e a carência que faz eu me aconchegar nos meus casacos quentes de inverno, nas minhas botas pomposas de salto alto, nas maquiagens que cobrem o meu rosto. Perdão mundo, assumo. A culpa é minha.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário